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Eleições no DF: propostas para HIV e ISTs seguem sem medidas específicas no segundo turno

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Às vésperas do segundo turno das eleições de 2026, as propostas de Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) para a saúde pública do Distrito Federal ainda não apresentam medidas específicas para ampliar a prevenção e o tratamento do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), segundo levantamento publicado em 20 de outubro pela Agência de Notícias da Aids.

As duas candidaturas destacam compromissos como a ampliação da atenção básica, contratação de profissionais e melhoria do acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde. Entretanto, a análise dos programas e declarações públicas não encontrou metas detalhadas para expandir a testagem, o acesso à profilaxia pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP), ou o acompanhamento de pessoas vivendo com HIV.

O tema tem impacto direto na população LGBTQIA+, embora prevenção, diagnóstico e tratamento sejam políticas de saúde destinadas a toda a sociedade. Segundo dados do Ministério da Saúde citados pela reportagem, o DF registrou 684 casos de HIV e 380 de aids em 2024, além de 70 mortes relacionadas à doença.

O debate sobre a próxima gestão da saúde ocorre na reta final da campanha para a votação de domingo, 25 de outubro. A ausência de propostas específicas nos documentos examinados não significa, por si só, que as candidaturas não possam apresentar novas medidas.

Fonte: Agência de Notícias da Aids, 20/10/2026.

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