BRB abre consulta pública para estudar novo modelo de gestão da Torre de TV e do Autódromo de Brasília

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Banco quer ouvir empresas e especialistas do mercado para avaliar soluções de operação e sustentabilidade para espaços do chamado Corredor Cultural e Esportivo da capital

 

O Banco de Brasília (BRB) abriu uma consulta pública para reunir sugestões e informações técnicas sobre possíveis modelos de gestão operacional de equipamentos que fazem parte do chamado Corredor Cultural e Esportivo da instituição.

A iniciativa envolve alguns dos espaços mais conhecidos de Brasília, entre eles a Torre de TV de Brasília, o Autódromo Internacional Nelson Piquet, o Kartódromo Ayrton Senna, a Fonte Luminosa da Torre de TV, o Jardim Burle Marx e o tradicional Cine Drive-in de Brasília.

De acordo com o edital publicado pelo banco, a consulta tem caráter preparatório e busca coletar contribuições do mercado para embasar estudos técnicos, operacionais e econômico-financeiros. A intenção é conhecer modelos de gestão já utilizados em outros locais e identificar soluções que possam melhorar a operação desses espaços públicos.

O BRB ressalta que a iniciativa não representa privatização dos equipamentos nem transferência de propriedade. A gestão estratégica continuará sob responsabilidade do banco, conforme os acordos de cooperação atualmente existentes.

A avaliação de possíveis parcerias tem como objetivo aumentar a eficiência operacional, garantir sustentabilidade financeira e melhorar os serviços oferecidos à população que frequenta esses locais.

Além de receber sugestões técnicas, a consulta também busca identificar empresas interessadas em participar de futuros projetos de operação. Os participantes poderão apresentar propostas de preços, condições de fornecimento e ideias que contribuam para aprimorar os estudos preliminares.

O edital foi publicado no dia 11 de março e o envio das contribuições poderá ser feito a partir de 18 de março, por meio do e-mail indicado pelo banco. A participação está aberta a empresas e demais interessados do mercado.

Segundo o BRB, as informações recebidas poderão subsidiar eventuais licitações ou contratações futuras, mas a participação nesta fase não gera compromisso de contratação.

 

 

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